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O setor de tecnologia é um dos que mais evoluem e no qual as mudanças acontecem mais rapidamente. Para o consumidor final, uma enxurrada de novos produtos e soluções são lançados anualmente. Já dentro das empresas, a área de tecnologia deixou de ser uma coadjuvante para assumir um papel principal, ganhando uma posição privilegiada dentro do contexto de negócio, ao fornecer soluções para controle dos processos, gestão e análise de resultados e relacionamento com o cliente.


Dentro desse panorama de mudança, o outsourcing acompanhou o ritmo de transformação do setor e está cada vez mais inserido nas áreas de tecnologia. Hoje em dia, o foco de um gestor de tecnologia está muito mais voltado ao negócio da empresa do que à condução dos processos operacionais de sua área. Nesse modelo de negócios, o cliente procura um fornecedor que seja capaz de assumir compromissos e levar adiante as estratégias definidas pelo departamento, com estrutura, metodologia e comprometimento com o prazo definido.


Para oferecer ao cliente esse alto nível de compromisso e consistência, os fornecedores também tiveram que adaptar seus negócios, investindo na capacitação e na manutenção de seus profissionais, ou seja, passando a valorizar aquele que é o seu principal ativo: o colaborador. Há alguns anos atrás, a relação do consultor alocado em um cliente com a empresa contratante não ia além da folha de pagamentos e este muitas vezes até se esquecia que era colaborador de uma fornecedora de serviços de outsourcing. Sem esse vínculo de certa forma emocional, o profissional não via empecilhos na hora de aproveitar uma outra oportunidade mais interessante financeiramente - daí a alta taxa de "turnover" que se via nesse mercado.


Visando a manter um time de consultores coeso, as fornecedoras de recursos humanos passaram a investir no relacionamento com seus colaboradores para criar o vínculo que estava faltando. Um acompanhamento constante das atividades dos consultores passou a ser prática primordial, com análises de desempenho e reconhecimento dos bons trabalhos desenvolvidos. É uma maneira de mostrar para o profissional que a empresa está apoiando suas atividades.


Nessa nova era do outsourcing, a área de RH passou a ser mais ativa no dia-a-dia dos colaboradores. Além de ser o departamento que contrata e demite, ganhou papel importantíssimo na integração do colaborador com a empresa de outsourcing e também com os outros funcionários, estimulando esse contato que até então não existia por meio de realizações de eventos, fórums, treinamentos e atividades de lazer. O gestor de RH que atua nessa área deve ter o faro para encontrar boas cabeças, mas também deve ser uma pessoa criativa, bem relacionada e com o dom de integrar pessoas.


Trabalhar com programas de incentivo não envolve gastos astronômicos e também pode trazer resultados muito interessantes para a empresa de outsourcing. Esses programas, que envolvem cursos, palestras convênios com academias e faculdades, e outras premiações internas, trazem benefícios para a vida pessoal e para a carreira do consultor e fazem com que o profissional se sinta valorizado e valorize a empresa.


E quanto ao cliente? O que ele ganha com essas ações? Certamente um colaborador menos estressado, mais feliz com seu trabalho e conseqüentemente mais produtivo. Além disso, a possibilidade de o profissional ser atraído por alguma proposta do mercado diminui (e o que não falta no mercado de TI são oportunidades) e o resultado é uma equipe de trabalho mais estável e coesa dentro do cliente.
Estamos tão acostumados a buscar de todas as formas a fidelização do cliente, o que sempre será importante, mas é chegada a hora de também olharmos para dentro, de fidelizarmos os colaboradores. O retorno sobre o investimento vem em forma de um turnover menor e no aumento da qualidade de seus serviços - exatamente o que o cliente atual está procurando.

 

O suporte educacional da World Pass para este processo envolve a ementa dos cursos regulares de COBIT, ITIL, BS7799, Gestão de Projetos, Gestão de Riscos de TI. Além destes cursos que podem ser presenciais, online ou resumidos os cursos especiais em parceria com a FIPT/USP são importantes. Neste caso os cursos em questão seriam a Pós graduação em Governança de TI, a Pós em Gestão de Projetos e o MBA em Governança de TI.

   
 

Atualização 30/09/2008
 
 
 
 
 
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